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Cultura & Cidadania: Oficinas de Escrita Criativa
Cultura & Cidadania: Oficinas de Escrita Criativa

A primeira terá lugar dia 16 de Novembro, na Biblioteca Municipal de Aljustrel.

A Oficina de Escrita Criativa ?Escrever um conto?
, sob orientação da autora e formadora Olinda P. Gil, irá incidir sobre o tema da Tolerância, cujo dia internacional se celebra nesta data.
Para inscrições e mais informações contactar:
biblioteca@mun-aljustrel. pt
Ligar 284 603 076


As outras Oficinas terão lugar nos dias 20 de Novembro e 10 de Dezembro. 


16 Novembro - Biblioteca Municipal de Aljustrel:
Oficina ?Escrever Um conto?

O Conto, género literário com história muito antiga, mas nem sempre com um lugar de prestígio na literatura, é um género literário cultivado por muitos. Tanto por escritores experientes como por escritores iniciantes. É neste género que, muitas das vezes, quem escreve começa a delinear as suas primeiras palavras.
Por isso, vamos deslindar o conto e encontrar estratégias para, através deste género, desenvolvermos as nossas ideias criativas.
 
Breve currículo do autor / formador
Olinda P. Gil é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas e mestre em Ensino do Português e das Línguas Clássicas. Tem também uma pós-graduação em Gestão de Recursos Humanos.
Iniciou a sua prática de escrita no "DnJovem", suplemento do "Diário de Notícias". Colaborou em diversas coletâneas e publicações, e foi 3º prémio do concurso literário "Lisboa à Letra" em 2004, na categoria de prosa.
Editou, a título independente, em 2013 "Contos Breves", e, pela Coolbooks, chancela da Porto Editora, "Sudoeste" e "Sobreviventes", em 2014 e 2015.
Escreve no blog www.olindapgil.blogspot.com
 
Objetivo da oficina: ajudar os formandos a estruturarem as suas ideias narrativas no formato de conto.
Conteúdos
1.       O que é o/ um conto
2.       História do Conto
3.       Estrutura / Estruturas
4.       Preparar
5.       Escrever
Destinatários: Estudantes, Comunidade em Geral
Duração: de 3 a 6 horas
Número de formandos: 12 (máx.)


20 de Novembro - Biblioteca Municipal José Saramago, de Odemira
Oficina de escrita criativa "Escrita de Micronarrativas",
sob orientação do autor / formador Fernando Guerreiro, 
Dia Internacional dos Direitos das Crianças, sendo que a Oficina terá como tema de fundo os Direitos das Crianças.


Introdução
Nesta oficina vamos abrir a caixa de ferramentas essenciais para que desempenar e acelerar a escrita de histórias. A oficina é composta por exercícios que vão ajudar a desembaciar os vidros e permitir ver que no horizonte há sempre histórias à espera de serem escritas, contadas e partilhadas.
No final da formação, já com a caixa de ferramentas bem recheada, e com as ideias bem arrumadas, todos terão à sua disposição um leque de utensílios que lhes permitirá contar histórias de todos os tamanhos e feitios.

Breve currículo do autor / formador
O Fernando foi nascer a Beja, em 1976, e rapidamente regressou às Portas do Transval, em Odemira, para começar a história dele. Por ali viveu até aos 22 anos, até que uma ilustradora espanhola o raptou para desenharem, escreverem e contarem micro contos em conjunto. Em 2010 o Fernando começou a escrever Micro contos e, desde então, eles transformaram-se em livros, peças de teatro, sessões de contos e oficinas de escrita. O Fernando começou a contar histórias por querer mudar o mundo e agora conta histórias para que o mundo não o mude a ele.

Objetivo da oficina
Abrir a caixa de ferramentas das letras;
Desembaciar os vidros e ver as histórias que o horizonte nos oferece.
Desenferrujar o Português;
Afinar e lubrificar a criatividade para a escrita de histórias;
Acelerar a leitura;

Conteúdos

1. Micro Teoria
Antes de se arrancar para a escrita de micronarrativas, é importante saber o que são, de onde veem e para onde nos pode levar este género de criação literária.
2. Massa Consistente
Após estar tratada a teoria, é hora de se colocar as mãos na massa e começar de imediato a escrever Micro Contos. Para isso foram criados três módulos:
2.1. Ignição - ferramentas de arranque para a escrita de micro contos;
2.2. Acelerador - instrumentos para o estímulo da criação de micronarrativas;
2.3. Caixa de Velocidades - os Micro Contos na oralidade e outras dimensões.

Estes exercícios levarão os formandos a melhorarem a qualidade e velocidade
da sua escrita, estimularem a criatividade, trabalharem a memorização de
textos, contarem Micro Contos e a aumentarem os seus índices de leitura.
Destinatários: dos 13 aos 113
Duração: Sessões de 90 minutos
Número de formandos: 20 (max.)


11 de Dezembro - Biblioteca Municial de Avis
Oficina de escrita criativa "E foi correr mundo...", sob orientação da autora / formadora Joaninha Duarte, que incidirá sob o tema dos Direitos Humanos, celebrando o Dia Internacional dos Direitos Humanos que se assinala dia 10 de Dezembro.

E foi correr mundo? o caminho do herói no Conto

Introdução
O tema da viagem, caminho, peregrinação é tratado não só na literatura de viagens, mas também na literatura tradicional. Os viajantes, navegadores, peregrinos suportaram desde o séc. XVI inimagináveis perigos, desbravando regiões, muitas vezes inóspitas, nunca antes vistas. Do mesmo modo, o herói dos contos da literatura popular de tradição oral enfrenta mil e um perigos, ao cruzar-se com as personagens do maravilhoso popular: dragões, gigante... Este "caminho do herói" entrelaça-se com a trajetória do educador e professor, ao explorar caminhos do fantástico, do estranho, do maravilhoso com percursos ideográficos e paradigmáticos do seu contexto escolar. Deixo o convite para serem protagonistas da demanda em busca de uma identidade própria e original.

Breve currículo da autora / formadora

Joaninha Duarte, alentejana de Cabeção e de todo o mundo - bacharelato em Educação de Infância (1982), licenciatura em Educação (2002), especialização em Animação Sociocultural (2002), pós-graduação em Literaturas Românicas Modernas e Contemporâneas (2005), mestrado em Estudos Portugueses ? UNL (2008), Curso de doutoramento em Ciências da Educação e Formação de Adultos, no IEUL (2014), encontrando-se na redação final da sua tese. É contadora de histórias, formadora e investigadora do IELT. Obras publicadas: O Acto de Contar. (2002). Revista académica Quid Novi da ESE de Torres Novas; A Abóbora nos Contos Tradicionais DVD. (2005). Lisboa: IELT; Contos de Entredentes e Entrelinhas. (2006). Lisboa: Apenas; A Luz da Cal ao Canto do Lume ? Tradição Oral do Concelho de Mora. (2009). Lisboa: Colibri; Era, não era? (2011). Lisboa: Boca; Ribe-bé-béu, Laréu-ao-Léu. (2011). Lisboa: Lupa; Coautora do livro Stories do Alentejo. (2013) Porto: Lugar da Palavra; Artigo (2014) - Fios narrativos sobre liberdade, criatividade e inovação. http://issuu.com/almadaformarevista/docs/7; Coautora do livro Contos ASSESTA. (2015). Beja: ASSESTA; Coautora do livro O meu Livro de Cortiça. (2015). Lisboa: Lupa. Prefácio do livro Melodias na Manta, Contributos da Sabedoria Popular. (2016). Chamusca: Zaina Editores.

Objetivo da oficina:

Sensibilizar para o caminho do/da Herói/Heroína nas narrativas da literatura - tradicional e infanto-juvenil; compreendê-los à luz do seu universo simbólico e de que modo se cruza com as nossas trajetórias.

Conteúdos

1.    Trajetórias masculinas e femininas;
2.    A simbólica do caminho;
3.    Personagens do maravilhoso popular;
4.    Quem é o herói da história?
5.    Construção do ecomapa do herói.

Destinatários: Educadores, Professores, Comunidade em geral.
Duração: 4 horas.
Número de formandos: 12 (máx.).

Mais informações junto das Bibliotecas Municipais que acolhem as Oficinas e que apoiam a sua realização.

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