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Bolsa Amélia Rey Colaço: Candidaturas abertas até 30 Março
Bolsa Amélia Rey Colaço: Candidaturas abertas até 30 Março

A bolsa foi anunciada no dia 2 de Março, dia em que a "diva" do teatro português do século XX faria 120 anos, destina-se a "contribuir para a inovação do tecido teatral em Portugal", disse Tiago Rodrigues, diretor do Teatro Nacional D. Maria II.

Criada em colaboração com o Centro Cultural Vila Flor, de Guimarães, e a associação cultural O Espaço do Tempo, de Montemor-o-Novo, a bolsa é direcionada para a produção de espetáculos e destina-se a companhias ou a criadores emergentes, acrescentou o diretor do D. Maria II.

As candidaturas para esta bolsa irão abrir na próxima semana e o vencedor terá direito a estrear, em maio de 2019, uma peça de teatro na sala Estúdio do Teatro D. Maria II, apresentando-a, depois, em Guimarães e em Montemor-o-Novo.

Ajudar os atores e as companhias emergentes, "iluminando-lhes caminho" e "auxiliando-os a produzir um espetáculo" são, segundo Tiago Rodrigues, objetivos da bolsa, porque "muitas vezes a opção de fazer teatro não tem um caminho fácil. "Por isso cabe-nos ajudá-los. E nenhum nome melhor para isso que o do ícone do teatro português, Amaélia Rey Colaço, que tanto ajudou novos atores e técnicos e pessoas ligadas ao teatro", sublinhou.

A companhia de teatro de Amélia Rey Colaço e do marido, Robles Monteiro, teve sede no Teatro Nacional D. Maria II, de 1920 até 1964, quando a sala de teatro foi destruída por um incêndio.

Regulamento
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