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Terras sem Sombra em Elvas, dias 27 e 28 de abril
24-04-2019
Terras sem Sombra em Elvas, dias 27 e 28 de abril

Terras sem Sombra na raia - Uma viagem aos patrimónios vivos de Elvas, com o melhor organista europeu do ano


Terras sem Sombra é um projeto que há 15 anos convida o público nacional e internacional a experimentar, sentir e viver, muito de perto, o património único do Alentejo, revelando o que há de mais interessante na região -  e na vizinha Extremadura. Uma oportunidade única para conhecer um legado que é único: o nosso.
No próximo fim-de-semana, o festival tem por alvo a arte, a história e a biodiversidade de um dos mais interessantes concelhos alentejanos: Elvas. Para isso, propõe não só um concerto verdadeiramente singular na antiga Sé, com o apoio da Direção Regional de Cultura do Alentejo, mas também um itinerário de visitas guiadas por protagonistas locais.

Sábado, 27 de abril, às 15:00 horas, inicia-se uma viagem por algumas das principais expressões artísticas patentes na cidade raiana, entre o santuário de Nossa Senhora da Piedade e o Museu de Arte Contemporânea de Elvas, que alberga a Colecção António Cachola.

Às 21:30 horas, a velha catedral descerra as suas portas para que se possam ouvir as peculiares sonoridades do Órgão Grande Oldovino (1762), pela mão do organista titular da Basílica da Sagrada Família, de Barcelona, Juan de la Rubia, recentemente distinguido com o título de melhor organista da Europa.

A manhã de 28, a partir das 9:30 horas, visa a conservação da natureza, incidindo na luta que está a ser travada por Portugal e Espanha, em plena bacia do Guadiana, contra uma planta exótica terrivelmente invasiva: o jacinto-de-água. O local escolhido situa-se nas imediações da ponte da Ajuda, onde o rio serve de limite a Elvas e Olivença.


Confluências Raianas: Arte Popular e Arte Contemporânea em Elvas

A igreja do Senhor Jesus da Piedade, um dos mais relevantes exemplos da arquitetura barroca alentejana, é o ponto de partida para uma viagem pela arte tradicional da região. Aqui se guarda um dos mais notáveis conjuntos de ex-votos do país, constituído por milhares de painéis pictóricos e fotografias que agradecem "graças" e "milagres" concedidos, desde a primeira metade do século XVIII até à atualidade.
Um espólio sem paralelo, que permite conhecer em pormenor a história contemporânea de Portugal, nas vertente económica, política e social, com especial relevo para a vida quotidiana das populações urbanas e rurais, desde a religiosidade até à maneira de vestir, as profissões tradicionais ou as dificuldades do dia-a-dia. O guia é um ilustre elvense, António Araújo, professor de História e consultor da Casa Civil do Presidente da República.
O Museu de Arte Contemporânea de Elvas, que acolhe a Coleção António Cachola, é o ponto seguinte do itinerário. Esta coleção, uma das mais relevantes do país, começou a ser construída no início da década de 1990 e obedece a uma linha temática bem definida, espelhando os últimos 25 anos da criação visual realizada por artistas nacionais. A visita é guiada pelo próprio colecionador - todo um privilégio, já que permitirá trocar impressões sobre a formação da coleção e o significado mais profundo de colecionar arte, hoje, em Portugal.


Quando a Península marcava a música europeia

A oportunidade de escutar ao vivo um dos mais brilhantes organistas da atualidade, Juan de la Rubia, coincide com um programa musical de luxo que, tendo como fio condutor as relações musicais entre a Península Ibérica e a Europa no século XVI, oferece a oportunidade de usufruir das extraordinárias texturas sonoras do Órgão Grande Oldovino da Sé de Elvas, recentemente restaurado.
Juan de la Rubia, organista titular da Basílica da Sagrada Família, de Barcelona, interpretará um repertório com a assinatura de Antonio de Cabezón (Castrillo Matajudíos, 1510 - Madrid, 1566), um dos mais famosos compositores de obras para órgão do seu tempo, também afamado por ser invisual. Foi músico da câmara de Filipe II de Espanha (I de Portugal), acompanhando o monarca, que muito o estimava, nas viagens pelos seus vastos territórios. Daí o título deste concerto: "Itinerários pela Europa ao serviço do Rei".
Cabezón foi um notável vanguardista no que diz respeito à utilização da estrutura musical "tema-variação", a partir de qual nasceu a "forma" na notação musical. Extraordinário improvisador, deixou uma vasta produção de natureza religiosa e profana, de que serão escutadas peças clássicas, como El canto del caballero ou Guardame las vacas.


Resistir a uma espécie invasora: o jacinto-de-água
O combate ao jacinto-de-água ou camalote, espécie invasora que tem vindo a proliferar na bacia do Guadiana, é alvo de uma ação conjunta entre Espanha e Portugal. Esta planta, caso venha a prosseguir o seu desenvolvimento de acordo com o padrão de crescimento demonstrado nos últimos anos, poderá comprometer a biodiversidade do rio e dos seus afluentes e prejudicar seriamente o lago Alqueva, o maior reservatório artificial de água da Europa.
Em 2019, o exército espanhol está a proceder a sua gigantesca operação para a remoção da planta das águas do rio, no país vizinho, tal a gravidade que a sua disseminação assumia. Do lado português, a EDIA tem vindo a realizar também um trabalho sistemático de controle desta epidemia.
Segundo reza uma lenda que remonta a 1526, por ocasião das incursões espanholas lideradas por Diego García na América do Sul, o jacinto-de-água expandiu-se como uma praga, quase um castigo divino, nascida do cruzamento de espécies não-autóctones, em ambiente estrangeiro.
Um dos grandes desafios ambientais dos dias de hoje é precisamente o de sensibilizar as populações e entidades competentes para a necessidade e a urgência da constante vigilância desta grande ameaça à nossa biodiversidade, particularmente na flora e fauna do Guadiana.

Mais informação sobre o festival

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