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CENDREV estreia "Apocalipse Hoje": 2 de Maio, TGR
CENDREV estreia "Apocalipse Hoje": 2 de Maio, TGR

CENDREV: Apocalipse Hoje - de 2 a 25 de Maio
Teatro Garcia de Resende, Évora


Pierre-Étienne Heymann em Évora

A colaboração de Pierre-Étienne Heymann com o Centro Dramático de Évora teve início em 1991, ano em que a cidade foi a Capital do Teatro, com o espectáculo Borda Fora. Ao longo da sua carreira, Heymann foi director da Escola do Théâtre national de Strasbourg, da Scène nationale de Villeneuve d?Ascq La Rose des Vents (até 1984) e fundador do Théâtre du Peuple de Bussang (1990). Foi também o fundador da companhia Théâtre de la Planchette (até 2010). O seu trabalho de actor, encenador e pedagogo foi decisivo para o movimento da descentralização teatral francesa e importante referência para o trabalho desenvolvido pelo antigo Centro Cultural de Évora, actual CENDREV, no âmbito da descentralização cultural e teatral nacional. É também autor de vários textos e do livro ?Regards sur les mutations du Théâtre public,1968-1998? (L?Harmattan, 2000).
Pierre-Étienne Heymann foi também director do curso do Institut d?Études Théâtrales de l?Université de Paris III Sorbonne Nouvelle (de 1973 a 1988), Paris IX Nanterre (de 1989 a 1993), para além do trabalho que desenvolveu noutras escolas e conservartórios.
As suas criações, em Évora, procuraram sempre o encontro do espectador com a história contemporânea: as mutações do capitalismo (Borda Fora, 1991), o naufrágio do socialismo da Europa de Leste (Bye Bye Lehrstück, 1999), a tragédia do desemprego (Venda do Pão, 2001), a Revolução portuguesa (Autos da Revolução, 2004 e 2014), a condenação à morte do teatro pelos poderes políticos (Café Mário, 2011). APOCALIPSE  HOJE pontua esse itinerário coerente. Trabalhado a partir do seu profundo conhecimento e ligação ao edifício do Teatro Garcia de Resende, Heymann cria um espectáculo sobre a situação actual, sobre o lugar das imagens e o papel do teatro, no momento em que o nosso mundo parece perder toda a razão.


11 de Setembro de 2011 e seu autor, Michel Vinaver

"Mais que reflectir sobre o acontecimento, reflectir o acontecimento. Eu acredito que uma imitação do real no campo do político, uma recolha de impressões isenta de qualquer comentário, de qualquer julgamento, sem a intervenção de uma denúncia explícita, tem mais hipóteses de resistir a tentativas de recuperação (pelos seguidores de uma tendência oposta ou do pensamento dominante), de conservar durante mais tempo a sua capacidade de se carregar de sentido e de emoção. O leitor ou o espectador, projectado nessa reprodução brutal e desordenada do real, dará o passo necessário. Acredito que a arte oblíqua é politicamente mais eficaz que a arte comunicante ou com mensagem.? Michel Vinaver

?11 de Setembro de 2001? é uma peça escrita como uma cantata, nas semanas que se seguiram à destruição das Torres Gémeas de Manhattan. Para escrever ?11 de Setembro de 2001? Michel Vinaver recorre apenas a citações, retiradas da imprensa diária, para reconstruir o quadro do acontecimento e dar conta, não de uma, mas das várias realidades justapostas. O resultado deste trabalho é, nas palavras de Denis Pousseur, uma ?polifonia de histórias, de pontos de vista, que vão do testemunho pessoal às generalidades, do íntimo ao político e ideológico, da convicção à vulnerabilidade, da sinceridade ao falso, às platitudes.?, sem recurso ao maniqueísmo ensurdecedor.


Daral Shaga e O Juramento de Paris e seu autor, Laurent Gaudé

?Eu quero uma poesia que desafie o esquecimento e pouse o olhar sobre aqueles que vivem e morrem na indiferença do tempo. Nem mesmo contabilizados. Nem mesmo contados. Uma poesia que não esquece o antigo valor sagrado do escrito: fazer com que vidas sejam salvas do nada porque alguém as contou. Eu quero uma poesia que se debruce sobre os homens e tenha o tempo de os dizer antes que eles desapareçam.?
Laurent Gaudé

?Daral Shaga? e ?O Juramento de Paris? são dois textos de Laurent Gaudé que, em 2004, recebeu o prémio Goncourt pelo seu romance "O Sol dos Scorta?. A sua obra está amplamente traduzida em diversas línguas. Os textos seleccionados por Pierre-Étienne Heymann para compor APOCALIPSE HOJE, espectáculo que pontua a sua colaboração de três décadas com o Centro Dramático de Évora, confrontam os espectadores com o esgotamento das imagens documentais e jornalísticas e colocam em palco o drama dos migrantes rejeitados pela Europa e dos atentados fanáticos que enlutam todo o planeta.



Ficha técnica:

Textos: Michel Vinaver (11 de Setembro de 2001)
Laurent Gaudé (Daral Shaga e O Juramento de Paris)
Niki Gianneri (trechos do poema Andam Espectros pela Europa)
Traduções: Luís Varela
Encenação:  Pierre-Étienne Heymann com a colaboração de Rosário Gonzaga
Cenografia e Figurinos: Elsa Blin
Música, sonoplastia e Direcção Musical: Gil Salgueiro Nave
Interpretação: Ana Meira, Jorge Baião, José Russo, Margarida Rita, Maria Marrafa, Rosário Gonzaga e Rui Nuno
Figuração: Ana Coelho, Ana Dias, Danilo Galvão, Margarida Rita e Nuno Zuniga
Vozes: Gil Salgueiro Nave e Takis Sarantopoulos
Direcção Técnica e Iluminação: António Rebocho
Operação de Luz: António Rebocho
Construção e Montagem: Paulo Carocho, Tomé Antas e Tomé Baixinho
Operação de Som e Vídeo: João Bacelar
Contra - Regra: Margarida Rita
Design Gráfico: Alexandra Mariano
Vídeo: Ínfimo Frame
Costura: Vicência Moreira
Produção: Cláudia Silvano
Secretariado: Ana Duarte

Informações e reservas:
geral@cendrev.com ou 266 703 112

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