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Estelas alentejanas do Museu de Beja filmadas para o Arqueomania, da TVE
03/03/2021
Estelas alentejanas do Museu de Beja filmadas para o Arqueomania, da TVE

No passado sábado, 27 de fevereiro, a Professora Primitiva Bueno, catedrática da Universidade de Alcalá de Henares e especialista em Idade do Bronze, visitou o Museu Regional Rainha D. Leonor, em Beja, acompanhada por uma equipa da TVE, para filmar as estelas alentejanas do museu no âmbito do Arqueomania, programa cultural da Televisão Espanhola, que está a preparar uma sessão sobre imagens em pedra, estelas e menires.

A Professora  Primitiva Bueno considerou ser um privilégio partilhar com os seus colegas a magnífica coleção de estelas alentejanas do Museu de Beja, a maior e melhor coleção de peças deste tipo conhecida no Sul da Europa, conforme refere no depoimento que nos deixou:

Existem muitos museus ibéricos com grandes coleções (Almodóvar, Beja, Castelo Branco, Fundão, Cáceres, Badajoz, Sevilha, Silves, Setúbal, Museu Nacional de Arqueologia de Lisboa, MAN de Madrid...), cujas peças constituem a base de uma longa história que vai dos menires mais antigos às estelas com escrita meridional, passando pelas estelas dos megálitos, os cantos antropomórficos de menor ou maior tamanho (estelas centro-oeste), as estelas do Alentejo, as do Bronze Final.
No seu conjunto, constituem uma das heranças mais atrativas devido ao seu impacto visual, riqueza e variedade de representações humanas em pedra da pré-história peninsular.
Foi um luxo partilhar com os nossos colegas a magnífica colecção de estelas alentejanas do Museu de Beja, a maior e melhor colecção de peças deste tipo conhecida no Sul da Europa.
As exposições de armas que mostram numa técnica (o baixo-relevo) invulgar nos restantes dados europeus, a dimensão destes objetos, a sua associação única de arcos, espadas, machados e alabardas e a sua estreita relação com suportes de aspeto antropomórfico, destacam o acervo do Museu de Beja no conjunto de estelas do Sul da Europa.
Os novos trabalhos de documentação no terreno revelam associações aldeia-necrópole que indicam uma organização do território, diferente do Calcolítico, mas compacta e potente com núcleos de forte personalidade, caracterizados por códigos funerários comuns bem estabelecidos desde a segunda metade do terceiro milénio A.C.
Uma evidente conectividade com o Atlântico e o Mediterrâneo, a par da forte tradição local de representação de imagens humanas na pedra, sustentam parte dos registos visuais que até agora conhecemos destas memórias funerárias únicas.
Essas peças continuam a ser um desafio para a pesquisa que agora incorpora uma nova geração mais inclinada a contextualizar territorial e arqueologicamente essas espetaculares testemunhas de pedra dos grupos de bronze do Sul da Europa.
Trocar ideias, aprender e usufruir de um patrimônio de imagens únicas, que nos aproximam da oralidade do mundo da morte, fixada nas diferentes formas de projetar os discursos fúnebres, é um privilégio.
É possível seguir linhas comuns de forte tradição, bem como observar a capacidade de integração de elementos estrangeiros numa das maiores plataformas de gestão cambial destinadas a exposições fúnebres do Sul da Europa: a Península Ibérica e sobretudo o Sudoeste.

 

 

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