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Malvada retoma a cena com REVELA-ME - Dias 21, 22 e 23 de abril
08/04/2021
Malvada retoma a cena com REVELA-ME - Dias 21, 22 e 23 de abril

ESPETÁCULO REVELA-ME

Antigos Celeiros da Epac, Évora
21, 22 e 23 de abril, às 19h

Informações e reservas: maa.comunicacao@gmail.com

Lotação da sala limitada a 16 lugares devido às restrições da DGS
A sessão de dia 23 será traduzida por um intérprete de Língua Gestual Portuguesa, com o apoio da Associação de Surdos de Évora.


SINOPSE
'Quero ser uma paisagem que ninguém olha. Um corpo sem alma. Quero ser palavra não dita. Uma língua que ninguém percebe. Apenas sons. Uma cacofonia.'
O texto original e a encenação do espetáculo 'Revela-me' partem de um processo de contaminação entre as diferentes atividades e criações no âmbito do projeto artístico homónimo, que se assume como um movimento de ativação de territórios esquecidos e periféricos, com criação e direção de Ana Luena e José Miguel Soares, da Malvada.
Ao conceito de Periferia juntou-se um espaço de abandono, o Antigo Hospital Psiquiátrico dos Canaviais, que durante o Estado Novo foi Albergue de Mendicidade, um instrumento da política de promoção da exclusão e do isolamento. Hoje o abandono a que ele está sujeito continua a ser sinal de periferia, no entanto o esquecimento é também terreno fértil e o vazio surge aqui como expectativa, como prenúncio de uma revelação. Nas duas visitas ao Antigo Hospital Psiquiátrico realizou-se um registo fotográfico que o documenta, o torna visível e que serviu o início desta narrativa performativa.
Esta criação cénica emerge do interior deste espaço desabitado e interdito que está a ser ocupado por arquivo morto. Pastas enfiadas em sacos de plástico azuis, enormes. Lá dentro arquivos com dados pessoais, listas, enfermidades de pessoas que já morreram ou que ainda estão vivas. Agora todos pertencentes a este lugar. Poderíamos ser nós encerrados num saco azul, numa cama, num quarto, numa gaveta, numa página, numa fotografia, numa notícia do jornal ou apenas num nome. Encerrados num nome. Esvaziados numa letra. 'Revela-me' constrói-se por camadas de (des)ocultação numa dramaturgia que explora a periferia na relação com o outro e na cena, o vazio como possibilidade de ser e de encontro, a ruína que somos todos. Um espaço que se abre e se fecha. O decalque de uma parede. Uma vida espalhada aos bocados. É dos corpos dos intérpretes e das caixas seladas que irrompe um discurso fragmentado que alinha histórias, pensamentos, cartas, nomes, vidas, pessoas. Destroços. Eu e tu.
'Uma vez uma amiga disse-me que o que mais lhe doeu quando perdeu a pessoa mais importante da sua vida, foi o mundo na?o ter parado. O mundo continuou a existir, o dia amanheceu, os carros continuaram a circular, as pessoas agitadas a atravessar as ruas, avio?es a levantarem voo, os sinos das igrejas a tocarem, os carteiros a entregar o correio de porta em porta, as salas de cinema cheias, as pessoas a irem com os sacos para as praias, a rirem-se, a abraçarem-se, a beijarem-se.'
        
FICHA ARTÍSTICA                                        
Criação e direção artística Ana Luena e José Miguel Soares;
Texto original, encenação, cenografia e figurinos Ana Luena;
Intérpretes Nuno Nolasco, Inês Pereira;
Desenho de luz Pedro Correia;
Música original Zé Peps;
Fotografia e conceito José Miguel Soares;
Design Joana Areal;
Assistente de produção e comunicação Rita Boavida;
Produção Malvada Associação Artística;
Coprodução Câmara Municipal de Évora - Call Artes à Rua 2020, Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco; Parceiros Lendias d'Encantar (FITA - Festival Internacional do Alentejo), Teatro-Cine de Torres Vedras, Cães do Mar, Junta de Freguesia de Canaviais, Associação Grupo de Teatro luventuti Virtutis, Associação de Surdos de Évora
Apoio República Portuguesa - Cultura / Direção-Geral das Artes

M/14 Dur.80'


CIRCULAÇÃO
Call Artes à Rua 2020 / Câmara Municipal de Évora
21, 22 e 23 de abril  2021

Teatro-Cine Torres Vedras
7 de maio 2021
(https://teatrocine-tvedras.pt/agenda/115110 )

Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco
data a confirmar


BIOGRAFIAS EQUIPA

ANA LUENA (Luanda, 1974) Dramaturga, encenadora, cenógrafa e figurinista. Viveu em Luanda até 1982, quando se mudou para Portugal. É doutoranda na Faculdade de Letras do Porto, em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos. É Mestre de Teatro - especialização em Encenação, da Escola Superior de Teatro e Cinema do IPP de Lisboa. Frequentou o Curso de Encenação de Ópera da Fundação Calouste Gulbenkian e foi colaboradora da Casa da Música durante 9 anos, onde trabalhou com Emmanuel Nunes, Antoine Gindt, Guiuseppe Frigeni, entre outros. Terminou o curso profissional de cenografia e figurinos da ACE, no Porto (1995). Nesta área trabalhou com Ricardo Pais, Nuno Carinhas, José Wallenstein, Paulo Ribeiro, Rogério de Carvalho, João Garcia Miguel, André Riot Sarcey, entre outros. Fundou o Teatro Bruto em 1995 e foi diretora artística e encenadora durante 20 anos. Encenou entre outros: "Bonecas"; "Lady & Macbeth" concerto encenado; "É impossível viver", a partir de Franz Kafka; "Objetos partidos", a partir de Afonso Cruz; "O filho de mil homens" de Valter Hugo Mãe; "Estocolmo", de Daniel Jonas; "O sonho", de August Strindberg; "A Tragédia de Romeu e Julieta", de William Shakespeare, nos quais trabalhou com João Lagarto, Sérgio Praia, Margarida Gonçalves, Joana Carvalho, Micaela Cardoso, Mário Santos, Peixe, Rui Lima e Sérgio Martins, Nuno Meira, Rui Monteiro, entre muitos outros. Lecionou na Universidade Évora, na ESMAE, ACE e BalleTeatro. É convidada para duas edições da revista literária Flanzine. Trabalha com Ao Cabo Teatro, como assistente de encenação de Nuno Cardoso. Em 2016 muda a sua residência para Évora, onde escreve e encena. É fundadora da Malvada Associação Artística, onde assume a direção artística com José Miguel Soares.
 
JOSÉ MIGUEL SOARES (Ponta Delgada, 1977) Fotógrafo e Psicólogo. Estudou Psicologia na Universidade de Lisboa, Psicologia Social na Università degli studi di Padova e Fotografia no Istituto Europeo di Design em Roma. Residiu em Lisboa e em Roma onde trabalhou em imagem e comunicação durante mais de uma de?cada. Atualmente reside em Évora. Foi membro fundador da revista Aula Magna. Foi Diretor de Serviços e Psicólogo da Associação Sol. Tem as suas fotografias publicadas em dezenas de revistas e publicações de grandes grupos editoriais a projetos independentes, em diversas áreas que vão da fotografia de celebridades à arquitetura, das produções de moda à fotoreportagem, da fotografia de cena a projetos de autor. Tem realizado vídeo e fotografia comercial para agências e marcas nacionais e internacionais, tais como Cartier, Norauto, Miss Sixty, Hermès, G Star, ICW, Jeunesses Musicales, Red Oak, Ben & Jerry's, G Star, Museu Nacional de História Natural e da Cie?ncia, Universidade de Lisboa, Delta Q, Super Bock e Fundac?a?o Euge?nio de Almeida. Em paralelo tem desenvolvido diversos projetos de cariz autoral nas áreas da fotografia e vídeo, premiados e nomeados em concursos como Jovens Criadores, Prémio Autores SPA, Society for News Design. Em 2018 funda a Malvada Associac?a?o Artística, onde assume a direção artística com Ana Luena, com quem desenvolveu os projetos "Por Portas Travessas" (2018), "Quarto Escuro" (2018), "Às Portas da Cidade" (2019), "Personas" (2019) e "Bonecas" (2019).

INÊS PEREIRA (Lisboa, 1988) Licenciada em Teatro, ramo Atores, pela Escola Supede Teatro e Cinema. Em teatro destaca trabalhos com Jorge Sila Melo, Francisco Campos, Bruno Bravo, Gonçalo Amorim, Sandra Faleiro, Ricardo Neves-Neves, Maria João Luís, Maria João Miguel, Carlos J. Pessoa e Miguel Sopas. É professora de voz do Curso Profissional de Artes do Espetáculo, da Escola Profissional de Imagem em Lisboa. Faz dobragens de desenhos animados e locuções.

NUNO NOLASCO (Lisboa,1987) Licenciado em Teatro-Actores e Mestre em Encenac?a?o pela ESTC. Pertenceu ao Teatro Garagem (2009-2017) e trabalhou como ator, encenador e videasta. Trabalhou com Dinis Machado, Alexis Henon, Maria Duarte, Ricardo Neves-Neves, John Roma?o e Si?lvia Costa; em cinema com Anto?nio Ferreira, Andre? Santos, Marco Lea?o, Carlos Amaral, Patri?cia Sequeira, Vasco Arau?jo, Pedro Neves Marques, entre outros. Destaca a participação em The Scarlet Letter, de Ange?lica Lidell e La Passione, de Romeo Castelucci com a orquestra e coro Gulbenkian. Como criador salienta MEMOR + 1, WE ARE NOT PENELOPE, cocriac?a?o com Joele Anastasi e Anto?nio Pedraza, finalistas do pre?mio DANTE CAPPELLETTI, Teatro I?ndia (Roma), estreia FITT-Tarragona.

PEDRO CORREIA (Vila da Feira, 1987) Forma-se em Luz, som e efeitos ce?nicos, na ACE. Fez assiste?ncia a Nuno Meira, Jose? Carlos Gomes e Rui Monteiro. Nos u?ltimos anos tem colaborado e desenhado luz para criac?o?es de Viso?es U?teis, Ana Luena, Teatro Griot, Gustavo Ciri?aco, Paula Diogo, Joa?o Fiadeiro, Nome Pro?prio, João dos Santos Martins, Cyriaque Villemaux, Elisa Zuppini, Pascal Emmanuel Luneau, Cristina Carvalhal, Sara Barbosa. Tem colaborado com a Malvada.

ZÉ PEPS (Setu?bal, 1968) Desde os 16 anos que toca guitarra em va?rias bandas. Destaca a colaboração com os Hands On Approach. Muda-se para E?vora em 2010 onde toca com: Sons de Ca?, Pucarinho, Bicho do Mato e Aqui Ha? Baile, com quem grava va?rios discos. No cinema compo?e com To? Ze? Bexiga mu?sica para E?vora de 1929 e para Bonecos da Orada. Desde 2015 que apresenta a sua mu?sica nas ruas da cidade de E?vora. Tem colaborado em diferentes projetos com a Malvada, como Por portas Travessas, Personas, Bonecas, Às portas da cidade.

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