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Começa amanhã: 'Évora Teatro Fest' - Festival de Teatro Profissional em Évora
01/10/2021
Começa amanhã:

A Associação 'a bruxa TEATRO' promove Évora Teatro FEST, uma mostra de teatro que decorrerá no seu espaço, nos ex - celeiros da EPAC, em Évora, entre os próximos dias 2 e 23 de outubro, com uma programação focada na criação teatral contemporânea desenvolvida em território português.

Através desta iniciativa e com companhias oriundas da Covilhã, Faro, Lisboa, Montemor-o-Novo, Setúbal e Sintra, pretende dar-se visibilidade a companhias nacionais de vários pontos do país e, ainda, apresentar ao público diferentes linguagens artísticas do teatro contemporâneo.

 
Évora Teatro FEST

'a bruxa TEATRO' - ex - Celeiros da EPAC
De 2 a 23 de outubro



PROGRAMA


2 outubro | 21h30 | Solitária, Alma d'Arame


Solitária é a continuação dos espetáculos-performance que a Alma d'Arame desenvolve desde o início da sua actividade. Este espaço-laboratório, sempre aberto para a exploração e para dar resposta à necessidade de encontrar novas narrativas, começa a ser uma marca do nosso trabalho. Começámos cada um no seu espaço solitário. Por um lado, o espaço da narrativa, do teatro, da marioneta, do ser e do objeto e, por outro, o espaço da programação, da cinética, da multimédia. Partindo do espaço solitário e criativo de cada um, vimos nascer o espaço comum da criação. Todos temos e precisamos desse tempo connosco próprios. É nesse tempo que encontramos o espaço de cada um, que é só nosso, e onde podemos reviver memórias, esconder, pensar, sentir, registar. Aqui atingiremos estados próprios. É disso que se trata neste acto performativo. É neste espaço-laboratório que se desenrola este confronto solitário entre homem e máquina, entre real e virtual, e é este confronto que nos levará à experimentação e à procura de narrativas novas. O movimento cinético do corpo e como ele ocupa o espaço vazio irá construir essa narrativa visual e sonora.

5 outubro | 21h30 | PARADJANOV - A Celebração da Vida de Pati Domenech, ASTA

A beleza vai salvar o mundo... Dizem que um homem não deve expor o seu amor em praça pública, EU, respondo o contrário - Não há nada melhor, mais puro e mais digno que se possa expor, do que o amor! Chamaram-me louco, degenerado... Negaram-me tudo, tudo! Dizem que sou um criminoso, pois guiaram-se apenas pelas aparências que fabricaram e pela deturpação dos meus sonhos... retalharam-me o corpo e a alma com os seus punhais de mentiras... A minha vingança é o amor. Conseguem ouvir-me? Ouvem-me bem? A minha vingança é o amor. Luzes. Câmara. Ação!

7 de outubro | 21h30 | A Paz Perpétua de Juan Mayorga, Teatro-Estúdio FONTENOVA

Hannah Arendt defendia na "Banalidade do Mal" que, em resultado da massificação da sociedade, se criou uma multidão incapaz de fazer julgamentos morais, razão porque aceitam e cumprem ordens sem questionar. A "Paz Perpétua" de Mayorga traz-nos novamente a essa realidade de Arendt, onde a Paz se constrói na falta de moralidade. Referindo-se o próprio título da obra de Mayorga ao ensaio filosófico de Kant que reflete a eterna questão "será que os fins justificam todos os meios?", deixa-nos a premissa de uma reflexão demasiado actual: onde é que as medidas de segurança acabam e onde é que começa o terrorismo? O autor espanhol oferece-nos uma metáfora à ameaça terrorista global, três cães a competir por um lugar num corpo de elite de combate antiterrorista. Com o humor, por vezes negro, mas de um requinte de quem explora mais as suas dúvidas do que certezas, o autor ao dar às suas personagens a forma de animais, pode explorar ideias e conceitos que de tão brutais seriam inconcebíveis sair da boca de um ser humano, o que permite alargar a fronteira catártica desta sua metáfora.

9 de outubro | 21h30 | Romeu e Romeu de João de Brito e Nuno Preto, LAMA


O que matou o amor? Esta é a primeira pergunta do espetáculo. Uma pergunta que se veste de conferência. Uma conferência que não o é, porque o amor é muito mais que palavras como resposta. Partindo de uma ideia de amor de Shakespeare na sua obra primordial, "Romeu e Julieta", Romeu e Romeu é um lugar de provocação, de provocações sobre a inevitabilidade. Parece uma palavra fatal, assim como o destino de Julieta e Romeu, mas, se esta fatalidade não existisse, provavelmente estaríamos a falar de outros dois nomes, porque é inevitável um destino destes para que ele seja recordado. Ou não?

12 outubro | 21h30 | A Voz Humana de Jean Cocteau, Teatro do Elétrico

Um espetáculo de teatro como um concerto de rock, que desequilibra o emblemático texto de Jean Cocteau, um monólogo em que uma mulher fala ao telefone com o seu amante, que nunca ouvimos. No dia seguinte, ele irá casar-se com outra mulher. A chamada cai algumas vezes e a conversa é interrompida nos momentos de maior vertigem. No que é uma aparente banalidade doméstica, testemunhamos um verdadeiro "mise en abîme" desta mulher abandonada pelo seu companheiro. Uma atriz, um microfone num tripé e uma guitarra. Uma voz que fala, que grita, chora, geme, sussurra e esvai-se. A voz canta simultaneamente o inconformismo e a resignação, a revolta, o desespero e a fragilidade, num grito abafado de uma pessoa que luta para não se afogar.

14 outubro | 21h30 | Confiando (Confinado) de Rui Sousa, Fio d'Azeite


Texto para peça de teatro de ator e marionetas. O solista acumula também a função de manipulador de várias marionetas. É uma história composta de pequenas histórias, referentes ao personagem principal (ator e manipulador) de nome Vicente. Estas crónicas da vida do protagonista são viagens no tempo, formando uma linha cronológica um pouco desalinhada, mas remetendo a toda uma poesia visual de memórias aleatórias de uma vida tranquila. Uma história onde a saudade é lembrada, e o passado é saudavelmente revisitado em memória (nunca lembrado com tristeza de não o poder ser revivido.) Alguns momentos desta criação envolvem silêncio de texto, sobressaindo a musicalidade com manipulação de marionetas em simultâneo, privilegiando o gesto musicado, levando os variados públicos a interpretarem as cenas através da poética da luz, da manipulação, do ritmo. O título 'Confiando' em oposição ao subtítulo 'Confinado' proporciona uma viagem entre sentimentos, revoltas, suspiros, sorrisos, entre outros surtos de abalo e esperança.

16 outubro | 21h30 | As Damas da Noite - Uma Farsa de Elmano Sancho, Loup Solitaire


Elmano Sancho evoca a conflituosa reviravolta de expetativas em torno do seu nascimento para levantar o véu de Damas da Noite. Os pais esperavam uma menina, de nome já destinado, Cléopâtre, mas nasceu um menino. O encenador pretende assim dar vida a esse outro desejado de si mesmo, como se este fosse uma espécie de duplo e existisse uma realidade paralela que Damas da Noite encena. Para erguer essa figura ficcionada chamada Cléopâtre, Elmano Sancho imergiu no mundo fascinante e provocador do transformismo. Nesse jogo de relações, aposta-se a identidade como matéria fluída, "rimbaudiana", revelando o outro que somos, o estrangeiro que albergamos.

19 outubro | 21h30 | I'm So Excited de Mário Coelho

I'M SO EXCITED assume-se como um objeto intímo, duro, cru. E marcadamente pop, melodramático e moderno. Procura-se trabalhar a ideia de fim de relação, de destruição de dois corpos que se amam ou amaram ou apreciaram a ideia de se amarem, inseridos num cenário de festa, de aniversário de um dos intervenientes. Num jogo constante de perversão e provocação, corpo imóvel e corpo 2 (como que figuras espelho de Hipólito e Fedra) permitem-se ser peças de um jogo constante, de um ajuste de contas. São reconstruídas cenas de cinema e de teatro; comentam-se e encenam-se cenas de um passado daquela relação; cantam-se músicas de amor; são feitas confissões da privacidade não só de cada um, mas da relação que ambos tiveram (ou não, visto que tudo isto pode tratar-se somente de um ensaio de teatro); dança-se... Esta história de "Boy Meets Girl & Girl Meets Boy", ou melhor, Corpo Imóvel e Corpo 2, o Encenador e a Atriz, Ele e Ela, encontram-se e tentam... algo! Quase como aqueles casais que parecem estar sempre a terminar e sempre a regressar a uma relação... como a Julie Delpy e o Ethan Hawke...como a Anna Karina e o Jean-Claude Brialy... como a Buffy e o Angel... como aquelas sagas de cinema que nunca acabam...

21 outubro | 21h30 | O Triciclo de Fernando Arrabal, DOIS


Escrita entre 1952 e 1953, O Triciclo é uma das peças mais emblemáticas de Fernando Arrabal. Um grupo de marginais (Climando, Apal, Mita e o Velho da Flauta) tentam sobreviver numa sociedade desigual, hierarquizada, moral e politicamente opressiva. Incapazes de se adaptar, vivem numa realidade destituída de qualquer moralidade e racionalidade. O Triciclo é um jogo de sobrevivência mas também de procura de felicidade. Humor, inocência, crueldade, poesia e, inevitavelmente, a morte.

23 outubro | 21h30 | A Coragem da Minha Mãe de George Tabori, Artistas Unidos

A improvável salvação da mãe de Tabori, por ele contada, aquando da deportação de 4.000 judeus de Budapeste para Auschwitz em julho de 1944. Em 1979 estreia A Coragem da Minha Mãe, a resposta subversiva de Tabori à aplaudida Mãe Coragem de Brecht. Originalmente um conto, esta peça é uma homenagem à sua mãe e está impregnada de doçura e lírismo, honrando uma mulher que conseguiu invocar a sua coragem inesperadamente, salvando-se do inferno. Tendo como ponto de partida a história real da sua mãe, Tabori relata como Elsa, com cinquenta e cinco anos, sendo presa em Budapeste no Verão de 1944 e deportada com quatro mil judeus, consegue salvar-se afirmando que a sua prisão é ilegal. Em vez de seguir para Auschwitz, Elsa dá por si num comboio de regresso a Budapeste. Em A Coragem da Minha Mãe, não faltam pormenores cómicos, de sugestão surreal, muitas vezes em tom de farsa. Na verdade, os textos de Tabori fazem rir, ou pelo menos, repetidamente, sorrir. Aquilo a que Tabori chama vagamente a sua abordagem dialética é um teatro que promove a subversão, interpolação, fragmentação e inversão de expectativas, é evidente no texto e na produção de A Coragem da Minha Mãe.Tabori apresenta ao público o que poderia chamar-se uma paródia de um conto de fadas dos tempos modernos.


Organização: 'a bruxa TEATRO' Associação, estrutura financiada por MC/DGArtes

T. +351266747047
Email: abruxateatro@gmail.com
Site: www.abruxateatro.com


Coprodução: Câmara Municipal de Évora
Apoios: Direção Regional de Cultura do Alentejo | Diana FM | Antena 1 | Recicloteca

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