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FIOE: concerto 4 órgãos - 24 de fevereiro, na Igreja de S. Francisco
20/02/2024
FIOE: concerto 4 órgãos - 24 de fevereiro, na Igreja de S. Francisco

O 1.º Festival Internacional de Órgão de Évora - FIOE prossegue com o quarto de 11 concertos programados, dia 24 de fevereiro, às 18 horas, na Igreja de S. Francisco, Praça 1.º de Maio, em  . Este concerto, com os organistas Paulo Bernardino, Rui Soares, João Santos e Ricardo Toste, explora a rara circunstância de existirem quatro órgãos na Igreja de S. Francisco, recentemente restaurados, todos construídos pelo organeiro genovês Pascoal Caetano Oldovino, radicado em Évora no século XVIII.

Em estreia absoluta será apresentada a peça Evangelia Quattuor, encomendada a Paulo Bernardino.
É uma composição concebida para quatro órgãos, tendo como fonte de inspiração os quatro evangelhos do Novo Testamento.
O título em latim, que significa "Os Quatro Evangelhos", estabelece uma analogia direta com os quatro órgãos utilizados na peça, cada um representando um dos evangelhos.
Com uma abordagem nitidamente pós-moderna, Evangelia Quattuor incorpora uma citação de cantochão para cada órgão/evangelho, relacionada a cada um dos evangelistas. Essas referências musicais servem como base para o desenvolvimento da linguagem musical que compõe a obra.

Dado o escasso repertório disponível para formações de quatro órgãos, a Igreja de S. Francisco tem tomado a iniciativa de encomendar a compositores obras que não só valorizem o seu patrimônio organológico, mas também enriqueçam o repertório dedicado a esse tipo específico de agrupamento.

Evangelia Quattuor, inserindo-se nesse contexto, destaca-se como uma contribuição significativa para a diversificação e expansão do repertório musical para quatro órgãos.


PROGRAMA

G. Gabrieli
Canzon septimi toni (II)
(peça a 4 órgãos)

J. Cabanilles
Galhardas 1.º tono
(peça a solo)

J. S. Bach
Trio sonata em sol Maior, BWV 530
Vivace
Lento
Allegro
(peça a 4 órgãos)

D. Buxtehude
Prelúdio e fuga, BuxWV 139
(peça a solo)

J. S . Bach
Concerto em la menor, BWV 1065
Allegro
Largo
Allegro
(peça a 4 órgãos)

Manuel Rodrigues Coelho
4.º verso sobre o Ave Maris Stella
(peça a solo)

Josef Blanco
Concerto para 2 órgãos

Georg Muffat
Toccata duodecima et ultima
(peça a solo)


P. Bernardino - ESTREIA ABSOLUTA
Evangelia Quattuor
incarnationis
passionis
ressurretionis
ascensionis
(peça para 4 órgãos)


NOTAS BIOGRÁFICAS

PAULO BERNARDINO
É investigador, maestro, compositor, organista e pianista.
Doutorado em Direção Coral e de Orquestra pela Universidade de Aveiro (2021), detém uma Pós-Graduação de Estudos Avançados em Polifonia administrada pela ESMAE - Porto (2023) e é também licenciado em Engenharia Eletrotécnica pela Universidade de Coimbra (1998) e em Música Sacra pela Universidade Católica Portuguesa - Porto (2003). Enquanto autor e compositor é representado pela Imprensa da UC, pela editora MPmp e pelas revistas Salicus e STELLA. Atualmente é maestro e diretor artístico do Grupo Coral de Urrô (Arouca), do Coral Stella Maris (Anadia), do Coro APRe! (Coimbra) e do Coro da SRCOM (Coimbra), sendo fundador, entre outros, do Manuel Faria Ensemble (Coimbra). Desenvolveu uma intensa atividade docente nas áreas da análise e composição, direção coral e de orquestra, musicologia, formação musical, acústica, piano, acordeão e órgão em diversas instituições de ensino, de entre as quais se destacam a EDMS de Coimbra (1994-2021), a UCP-Porto (2003-2008), a FLUC (2005-2010), o Instituto Piaget (2008-2013) e a ESEC (2014/15). Colabora desde janeiro de 2018 com a paróquia de Espinho num projeto que visa a renovação musical litúrgica e sacra, sendo responsável, entre outros, pela criação do coro infantojuvenil Schola Cantorum Stella Maris. Organista da Sé Catedral de Coimbra, desde 1994, é nomeado em 2002 organista titular dessa mesma Catedral. Acumula função idêntica na Capela da Universidade de Coimbra desde 2007. É, desde janeiro de 2023, também organista titular do Mosteiro de Santa Maria de Arouca. Com mais de uma dezena de trabalhos discográficos, tem realizado concertos a nível nacional e internacional.
Paralelamente à sua atividade regular, apresenta-se também enquanto acordeonista, sanfonineiro e outros.

RUI SOARES

Natural de Fiães, concelho de Santa Maria da Feira, Rui Soares é organista e cravista.
Ainda muito novo foi admitido, como exceção (com 14 anos) na Escola de Ministérios Litúrgicos - Diocese do Porto - onde frequentou o Curso de Música Litúrgica. Em 2005, sob orientação do Prof. Luca Antoniotti, concluiu o Curso Complementar de Órgão no Conservatório Regional de Gaia.
Paralelamente, com a Professora Ana Mafalda Castro, frequentou o Curso Livre de Cravo na ESMAE - Porto. Em 2006 concluiu o III Curso Nacional de Música Litúrgica na vertente Direção. É licenciado em Música Sacra pela Escola das Artes - Universidade Católica Portuguesa, onde concluiu a Disciplina de Órgão com nota máxima na classe do Prof. Luca Antoniotti. É membro fundador do Quarteto Vocal Gaudium Vocis e dirige o Grupo Mvsica Antiqva Porto. Em 2012 finalizou o grau de Mestrado em música antiga no Conservatório de Amesterdão com a distinção ?Cum laude? onde estudou cravo na classe do Prof. Tileman Gay, órgão na classe do Prof. Pieter Van Dijk e estudou regularmente com o Prof. Ton Koopman. É organista na Igreja da Senhora da Conceição no Porto e em 2015 foi nomeado organista titular da Igreja dos Clérigos da mesma cidade. Para além de inúmeros concertos em Portugal, já atuou em Espanha, França, Suíça, Itália, Holanda, Polónia e Sérvia.

JOÃO SANTOS

Licenciado em Música Sacra pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa - Porto, onde estudou com Luca Antoniotti (Órgão), Eugénio Amorim (Composição e Direção de Coros),Cesário Costa (Direção de Orquestra), Anselm Hartmann (Piano), entre outros. João Santos tem-se destacado nas áreas de Órgão e Composição, tanto a nível nacional como internacional, contactando com célebres organistas como T. Jellema, W. Zerer, M. Bouvard, J. Janssen, F. Espinasse, O. Latry, D. Roth, L. Scandali, entre outros. Participou nos prestigiados concursos internacionais de órgão e efetua regularmente concertos por todo o país e estrangeiro, de onde se destacam a Catedral de Westminster (Londres), o Orgelfestival Rhür (Alemanha), a Catedral de Notre Dame de Paris, o St. Christoph Summer Festival (Vilnius), entre outros. Foi solista com a Orquestra Clássica da Madeira durante o Festival Internacional de Órgão da Madeira, 2014, e tem trabalhado com grande parte das orquestras nacionais. Como compositor, obras suas têm sido reconhecidas internacionalmente, culminando com a publicação de algumas obras. A sua transcrição para seis órgãos do Allegretto da 7.ª Sinfonia de L. Van Beethoven arrecadou o primeiro prémio no concurso internacional de composição "Órgãos de Mafra", 2017. Em 2019, na edição seguinte deste mesmo concurso, obteve o primeiro prémio na Categoria A com uma obra original intitulada Magnificat, para seis órgãos.
Recentemente, tem recebido diversas encomendas de composição para variadas áreas e efetivos, nomeadamente festivais de música e para a liturgia. Harmoniumista em formação, João Santos desenvolve desde 2020 uma pioneira investigação sobre o harmónio em Portugal, com enfoque especial no "Harmonium d?Art". Com o intuito de operar o renascimento deste instrumento no nosso país, cria em 2023 o "fort'Expressivo, atelier de música", cuja coleção que conta já com a presença de um "Orgue Expressif" Mustel de 1899. João Santos é acompanhador do dueto de contratenores ENCANTO, com quem apresenta uma regularidade de concertos por todo o País, bem como em inúmeras digressões no estrangeiro, nomeadamente França, Suíça, Brasil, Estados Unidos, Bélgica, Inglaterra, Alemanha e Eslováquia. De 2010 a 2018, João Santos foi organista titular do Santuário de Fátima. Desde 2018, é membro permanente da equipa de organistas responsáveis pelos concertos a seis órgãos na Basílica do Palácio Nacional de Mafra. Dirige o Coro Carlos Seixas (Coimbra) desde a sua fundação e é organista titular da Catedral de Leiria desde 2007.

RICARDO TOSTE

Natural da Ilha Terceira, Açores. Iniciou os seus estudos de órgão com António Duarte em 2001.
Em 2006, ingressa na Universidade de Aveiro, no curso de Licenciatura em Música sob orientação de Domingos Peixoto e Edite Rocha e o Mestrado sob orientação de António Mota. Em 2015 conclui o mestrado em Teoria e Formação Musical e em 2020 o mestrado em Órgão de Tubos na mesma universidade. Frequentou masterclasses de órgão com Louis Robilliard, Jon Laukvik, Andreas Arand, Montserrat Torrent e António Esteireiro. Realizou vários concertos a solo em Portugal Continental e ilhas dos Açores. Como continuista, tocou com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Clássica do Centro sob direção de António Vassalo Lourenço, Paulo Lourenço, Michael Form, Miguel Jalôto e Sergio Alapont. Destacam-se algumas das obras mais emblemáticas de J.S.Bach tais como Magnificat, Oratória de Natal, Oratória de Páscoa, Paixão S.S.João e Paixão S.S.Mateus. Também participa com regularidade como continuista com o Ensemble Moços do Coro sob direção de Nuno Almeida. No recente ano tocou com a Orquestra Gulbenkian a Missa Solemnis de Beethoven sob orientação de Mathew Halls. Organizou o 1.º Festival de Órgão de Tubos de Angra do Heroísmo em 2010, foi diretor executivo da 1ª Academia Ludovice Ensemble na cidade de Aveiro em 2021, foi diretor artístico do ciclo de concertos da Semana Santa na cidade de Aveiro em 2019 e 2022, é diretor artístico do Ciclo Internacional de Órgão de Felgueiras e vice-presidente da Associação Musical Pró-Organo. Atualmente leciona as disciplinas de Formação Musical e Órgão no Conservatório de Música da Bairrada e Conservatório de Música de Águeda. Foi organista da Sé de Angra do Heroísmo e atualmente é organista na Sé Catedral de Aveiro.

O FESTIVAL FIOE
O 1º Festival Internacional de Órgão de Évora - FIOE é organizado pela igreja de S. Francisco - Paróquia de S. Pedro e tem como parceiros o Cabido da Sé de Évora e igreja do Espírito Santo. Surge na sequência lógica do avultado investimento feito na recuperação dos órgãos históricos por parte destas entidades.
O Festival, que se relaciona com a cultura do património material e imaterial de Évora, pretende ser um grande evento, em que todos os órgãos serão tocados por organistas de carreira sólida e de referência internacional e nacional, bem como divulgar o trabalho de jovens organistas com a possibilidade de manifestar a qualidade da sua arte.
Pretende ainda dar a conhecer o trabalho de músicos profissionais ou amadores, que exercem a sua atividade localmente ou que de Évora são naturais.
Serão escritas novas obras para os 4 órgãos de S. Francisco, face ao reduzido repertório para este tipo de agrupamento.
Os concertos, no total de onze, serão a solo ou com os mais diversos conjuntos vocais e instrumentais e
decorrem ao longo de aproximadamente um ano com início a 15 de outubro de 2023 e término a 14 de julho de 2024.

Todos os concertos têm entrada gratuita.

O FIOE conta com o apoio de Cultura Alentejo, Câmara Municipal de Évora, Fundação para a Ciência e a Tecnologia e ainda com os apoios media de RTP2, Antena 2, a defesa, mais alentejo e Diana FM.



A REABILITAÇÃO DOS ÓRGÃOS HISTÓRICOS
Construídos entre os séculos XVI e XIX, e com uma história que abrange 322 anos, os órgãos da cidade de Évora têm reconhecimento nacional e internacional.
A nível nacional, Évora assume extraordinária importância ao possuir o mais antigo conjunto de dois órgãos da Europa que datam de 1562 e que se encontram na Sé, um deles recuperado. Existem também órgãos da escola Hamburguesa de Arp Schnitger que datam de final do século XVII e primeira metade do século XVIII, da autoria de Hulenkampf.
A cidade tem ainda um dos mais importantes conjuntos de órgãos do genovês Pascoal Caetano Oldovino, construídos para as mais significativas igrejas da cidade e 4 deles reunidos na igreja de S. Francisco. Por fim um órgão romântico francês de Aristide Cavaillé-Coll de 1884, que se encontra na Igreja do Espírito Santo. De notar que todos os organeiros eram de origem estrangeira.
Pelas características apontadas, as instituições responsáveis pelos instrumentos, têm feito um investimento necessário e significativo para conservar e recuperar os órgãos. Desta forma, a Igreja de S. Francisco entre 2018 e 2022 recuperou os quatro instrumentos da sua responsabilidade, criando um espaço onde pela primeira vez no Alentejo se podem escutar quatro instrumentos do mesmo organeiro, em conjunto.
O Cabido Eborense promoveu uma obra de conservação necessária no órgão renascentista e restaurou o órgão barroco.
Pretende ainda pelo seu significado, recuperar um instrumento que possui tubos do antigo órgão renascentista que se encontrava em frente ao atual, lamentavelmente desmantelado nos anos 40. A Sé terá novamente a oportunidade de recuperar, ainda que não plenamente, a possibilidade de haver música a dois órgãos como acontecia no renascimento.
Mais recentemente a igreja do Espírito Santo em colaboração com a igreja de S. Francisco, restaurou o seu instrumento romântico de Cavaillé-Coll, num trabalho de resultado primoroso e brilhante. Todos os restauros foram feitos por organeiros com as mais altas competências internacionais e especialistas nas especificidades da época de cada um dos instrumentos.

OS ANTECEDENTES

Em 29 de Junho de 2019, concluída a reabilitação de 3 órgãos de Oldovino, foi lançado o Ciclo de Concertos de Órgão da Igreja de S. Francisco - Música nas Igrejas que decorreu entre julho e novembro de 2019, com concertos em Évora, Alvito, Arronches, Almodôvar, Sousel e Elvas.
No concerto inaugural foram tocadas duas obras inéditas, encomendadas ao compositor Eurico Carrapatoso e interpretadas por organistas, coro e orquestra internacionais.
Esta iniciativa resultou de uma parceria entre a igreja de S. Francisco e a Direção Regional de Cultura do Alentejo, com a colaboração das Dioceses e Municípios envolvidos.
Mais recentemente, em dezembro de 2022, na sequência da conclusão da reabilitação de mais um órgão de Oldovino, foi realizado o concerto "4 ÓRGÃOS - música no tempo de Pascoal Caetano Oldovino" com João Vaz, André Ferreira, Alice Rocha e Rafael dos Reis e o coro Capella de S. Vicente com direcção de Pedro Rodrigues.
Ao todo, as iniciativas dos últimos anos já criaram oportunidades de trabalho para um número importante de músicos, organeiros e técnicos de multimédia e comunicação.



DIREÇÃO ARTÍSTICA

Rafael dos Reis é o diretor artístico do Festival. Desde muito jovem que a sua atividade como organista se desenvolve sobre os órgãos de Évora e do Alentejo. Desta forma, tornou-se organista titular dos órgãos da igreja de S. Francisco, Sé de Évora e igreja do Espírito Santo.
Os seus estudos superiores foram feitos na Universidade de Évora e na Escola Superior de Música de Lisboa onde foi aluno de João Vaz. No estrangeiro teve a possibilidade de receber formação de Luigi Ferdinando Tagliavini que lhe despertou profundamente o interesse pela musicologia na relação com a prática interpretativa.
Acompanhou tecnicamente o restauros dos vários instrumentos de que é titular. Atualmente e motivado pela grande importância patrimonial dos órgãos de Évora, levou-o a ser doutorando na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa onde desenvolve a tese: Património Organístico Material e Imaterial de Évora: Instrumentos, Repertório e Performance.
A tese é orientada por João Vaz e os estudos são financiados pela FCT. Rafael dos Reis ainda desenvolveu uma intensa atividade pedagógica ao longo de quinze anos no Conservatório Regional de Évora e na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa onde leccionou dez anos consecutivos.
Foi ainda diretor artístico do Ciclo de Concertos de Órgão de S. Francisco - Música nas Igrejas, promovido pela Direção Regional de Cultura do Alentejo em 2019.



O concerto seguinte terá lugar dia 14 de abril, na Igreja de S. Francisco - Capela de S. Joãozinho, às 18 horas, com Joana Godinho (canto) e Rafael Reis (harmónio).

Consulte AQUI o programa geral do FIOE.


FICHA TÉCNICA

Cónego Manuel da Silva Ferreira - Paróquia de S. Pedro
Administração e coordenação
Rafael dos Reis
Direção artística
Manuel Ribeiro
Comunicação e multimédia


LIGAÇÕES

Página oficial do Festival fioe.igrejadesaofrancisco.pt
Facebook igreja de S. Francisco facebook.com/s.francisco.evora
Facebook igreja do Espírito Santo facebook.com/igreja.espirito.santo.evora
Facebook da Arquidiocese facebook.com/arquidiocesedeevora

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